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Espólio; Caio Juruna; Cadê, seu Fabrício?; Noves Fora; Na poeira; Quebra-canga; Predileto; Fio do Bigode; Show do Milhão

ESPÓLIO – Como diz o amigo Everson, parceiro de Lavras do Sul na entrega do jornal A Palavra naquele município: “Tá agarrado”. Pois bem, estava agarrada a peleia sobre a doação do patrimônio oriundo da CBC que foi doado ao município, que por sua vez doou para associação de moradores. Telhas, tábuas etc. ficaram no meio de uma discussão entre vereadores. Nesse dizquedizque ouviu-se o nome de Caio Casanova como sendo o concessor de benesses naquela localidade. Caio disse que não deu nada e esperneou no plenário. Enquanto isso Mariano Teixeira dizia que não tinha por que tanto alarme já que não havia denúncia formalizada. Foi um tal de pega documento daqui, abre arquivo dali e no final, descobriu-se que ninguém sabia de nada. Agora, uma força-tarefa vai ter de voltar no tempo e refazer todo esse processo a fim de ‘’Dar a César o que é de Cesar’’.
CAIO JURUNA – Entre outras palavras Caio Casanova manifestou aos colegas que está partindo para uma nova era: Vai gravar as denúncias que recebe. Pra quem tem perto dos 50 anos como eu, vai lembrar do deputado Mário Juruna, índio Xavante eleito Deputado Federal pelo PDT em 1982. Juruna circulava pelos corredores do Congresso portando um gravador para registrar tudo o que o homem branco dizia, por acreditar que muitas vezes o homem branco não cumpria com a palavra dada.
CADÊ, SEU FABRÍCIO? – O vereador Ricardo Rosso, em plenário, demonstrando-se indignado com o fato de que após três anos do roubo ocorrido a uma joalheria no centro de Caçapava do Sul, e mesmo tendo as referidas notas fiscais, as mercadorias apreendidas não foram restituídas, disse: cadê, seu Fabrício? Referindo-se ao delegado de polícia local responsável pelo caso ocorrido.
NOVES FORA – O vereador Boca Torres fez uma conta rápida e chegou a conclusão que o Executivo de Caçapava do Sul reservou cerca de 160mil reais para entidades privadas. Para Boca, um município que não tem dinheiro para comprar remédios, pagar exames, comprar uniformes nem recuperar estradas não pode doar para o Forte em Dança: 5mil; Feira do Livro 20mil; Coral 26mil; Coral infantil 19mil; Chimangos 42mil; Castração de Cães e Gatos 29mil; Chama Crioula 20,8mil. Boca diz que o município deve ter outras prioridades.
NA POEIRA – Mariano Teixeira disse que enquanto estiveram nas Minas do Camaquã foram muito cobrados pelos moradores. Problemas com esgoto, iluminação e uma ambulância em más condições foram demandas levadas até os edis. Mariano disse que é comum, após percorrer cerca de 70 km os pacientes chegarem ao hospital tapados de poeira. Mano disse que a localidade recebeu uma ambulância nova mas que a mesma foi levada e em seu lugar deixaram uma sucata.
Paulinho chutou o problema pra longe e disse que as Minas agonizam desde que a CBC fechou e que agora nem tem subprefeitura. Ele garantiu que uma ambulância praticamente nova será destinada às Minas muito em breve.
QUEBRA-CANGA – Silvio Beleza, cansado de pedir para a secretaria de obras, apelou para os vizinhos a fim de dar uma solução para os moradores da região da Vila Progresso, que passa pelo “Quebra-canga, no Seivalzinho: vamos pedir para o secretário de obras de Santana ou São Sepé que façam a estrada da Vila Progresso. Os daqui foram lá, fizeram apenas apenas 1km e voltaram.
PREDILETO – Ricardo Rosso disse que hoje (19) estaria tendo uma demanda no Beco do Vivian atendida pelo secretário de obras. Rosso disse que só não levou um tiro de um cidadão por que estavam falando pelo telefone. Sobre o Beco do Vivian Paulinho Pereira disse que o problema é o acúmulo do lixo jogado pelos moradores que na sarjeta – ‘’eu levo e mostro para quem quiser ver’’ – disse Pereira.
FIO DE BIGODE – Um mal estar passageiro ocorreu quando um ‘’azulzinho’’ notificou veículos na avenida Coriolano Castro próximo às Capelas Funerárias. Segundo soube, havia acordo entre o vereador e o prefeito para que, em horários de velório, as notificações não fossem aplicadas. Um dos agentes, não respeitou o acordo. Ou por não saber da existência dele ou por fazer valer a lei, o azulzinho meteu ao canetaço. Mano disse em plenáro que naquele momento de argumentação foi desrespeitado pelo agente mesmo tento havido ligação para o prefeito no momento do caso.
SHOW DO MILHÃO – Marquinho Vivian disse que os problemas nas Minas do Camaquã é só mais uma promessa do prefeito não cumprida e quer saber onde esta administração está investindo. Um milhão e meio gasto com CCs? e os uniformes? e o básico para o cidadão? Por certo o piso do magistério vai ser pago em julho – concluiu.

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