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Câmara autoriza em regime de urgência a contratação de profissionais para a área de saúde

A Câmara de Vereadores de Caçapava do Sul aprovou na tarde desta terça-feira, dia 23, dois projetos de lei do executivo que solicitavam a contratação temporária de profissionais da saúde, para substituir os servidores que foram infectados e também para aumentar o número de atendimentos nas unidade de saúde do município.

Segundo o Presidente da Câmara, Mariano Teixeira, o Legislativo sempre foi parceiro das instituições para combater esta Pandemia. Na semana passada dois projetos de lei chegaram na casa e a Mesa Diretora já colocou em votação porque são da área de saúde. ” O Prefeito me ligou informando que esses projetos viriam para a Câmara e que seria necessário aprovar com rapidez em virtude do avanço do vírus na cidade e também para substituir os profissionais afastados pela quarentena. Conversei com os vereadores e todos foram favoráveis pela inclusão na pauta e aprovação rápida”, disse Mariano.

Um dos projetos solicitava a contratação de 5 Técnicos de Enfermagem e o outro de 2 Enfermeiros, ambos para a linha de frente da Covid 19 em Caçapava. ” Neste momento não podemos vacilar e dar todas as condições para os profissionais de saúde fazerem o seu trabalho, por isso, que aprovamos os dois projetos em regime de urgência”, comentou o Presidente.

Outro tema muito debatido na sessão, foi o cancelamento por parte da Secretaria de Saúde da aplicação dos testes rápidos na população. Segundo os vereadores, na parte da manhã a Secretária de Saúde, Ines Sales, informou a Comissão de Saúde que os testes rápidos estavam muito imprecisos e que a compra de mais destes testes seriam suspensas.

Já sobre as transferência hospitalares, a maioria dos vereadores se mostraram preocupados com a disponibilidade de transferência de pacientes de Caçapava para outros municípios, já que os leitos de UTI estão cada vez mais escassos e a estrutura de saúde do município é de baixa complexidade. “Já que não foi investido neste área como deveria, sugerimos a Prefeitura que quando houver dificuldades de transferência, que o município compre a vaga de UTI usando o consórcio Intermunicipal de Saúde”, comentou Silvio Tondo.

Luís Carlos Machado

Jornalista MTE 18.013/RS Graduado em Marketing

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