CIDADE - 22/09/2017 - 09:49:15 (2715 cliques)
Servidores param trabalho em frigorífico por questões trabalhistas
Servidores param trabalho em frigorífico por questões trabalhistas
 

Funcionários estão em frente ao frigorífico

 


Na manhã desta sexta-feira, 22, parte dos funcionários do Frigorífico Frigoli, de Caçapava do Sul, pararam o serviço e protestam em frente ao estabelecimento. Segundo eles, não estariam recebendo o valor referente às horas extras de trabalho. O proprietário do frigorífico, Nelson Oliveira, diz que as acusações são improcedentes.

                O frigorífico Frigoli está funcionando há cerca de um mês e meio e conta com 85 servidores que trabalham em setores como abate e carregamento. Nesta sexta-feira, os servidores do frigorífico entraram em contato com a redação do jornal A Palavra Regional para falar de questões referentes a relações trabalhistas. De acordo com eles, após reunião entre servidores e direção do estabelecimento, houve desentendimento entre ambas as partes. Ocasião em que teriam sido ofendidos. Um dos servidores, que não quis se identificar, afirmou que alguns funcionários trabalharam até 16 horas/dia sem receber pelas horas extras. Além disso, o frigorífico funcionaria com irregularidades na parte ambiental.

                A direção do frigorífico, através do proprietário Nelson Oliveira, informou que os pagamentos de horas extras foram feitas aos funcionários que deviam recebê-las e que os pagamentos estão sendo realizados. Segundo ele, parte dos funcionários pararam o trabalho na manhã da sexta-feira, 22, reivindicando o pagamento. De acordo com Oliveira, foi informado aos funcionários que se não quisessem trabalhar estariam dispensados. “Aqui dentro vai ficar quem quer trabalhar”, disse. Sobre as denuncias de irregularidade ambiental, Oliveira afirmou que também não são procedentes, pois foram feitas as melhorias na estrutura do frigorífico conforme exigido por lei e que o estabelecimento possui um técnico responsável pelo setor ambiental.

                Os funcionários registraram ocorrência e disseram que entrarão em contato com o Ministério do Trabalho.

 

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